THE COACH: Chris Rockway, Reese Rideout & Mitchell

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Um sonho de menino

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Oi gente, meu nome é Bruno, tenho 18 anos e moro em São Paulo. O que vou relatar aqui aconteceu comigo faz pouco tempo, e foi realmente sensacional. Primeiro vou me descrever: como já disse tenho 18 anos, sou meio loiro, olhos castanhos claros, cabelos curtos, meio encaracolados, 1,70m, nem sarado nem gordo, branco e nada afeminado.
Eu tenho um amigo, o Gabriel, um moreno, de 1,75m, 18 anos, cabelos meio longos, lisos, uns olhos castanhos profundos, uma pele bronzeada, uma barbinha por fazer e um jeito de muleque safado. Enfim, eu sempre tive uma quedinha por ele, mas como ele, assim como eu, tem namorada, nunca achei que fosse rolar nada, mesmo porque eu sou extremamente discreto, nunca ninguém desconfiou que também curto caras. Mas estava enganado.
Um dia saímos toda a galera, eu, ele, nossas namoradas e mais um monte de amigos e amigas. Como ele mora longe, convidei-o para dormir lá em casa e ele logo aceitou. Na balada nos divertimos bastante, mas nada de incomum aconteceu, apenas bebemos um pouco e ficamos mais soltos.
Chegamos na minha casa por volta das 4 da manhã e fomos pro meu quarto, só que a cama dele não estava arrumada, para minha sorte. Meus pais e meu irmão haviam ido para a praia e não havia ninguém em casa. Então eu falei que ia tomar um banho e ele falou que arumaria a cama. Tomei meu banho pensando nele, e como somos muito amigos, sai só de toalha mesmo para me trocar no meu quarto. Quando abri a porta vi que ele não havia arrumado a cama. Perguntei:
- Gabriel, por que você não arrumou sua cama?
- A, sei lá, deu preguiça, a gente pode dormir na sua cama juntos, ela é grande mesmo. (Minha cama não é grande porra nenhuma)
- Então tá.
Entrei e abri o armário para pegar meu pijama. Quando tirei a toalha ele disse:
- Nossa, nunca tinha reparado, mas você até que tem uma bunda gostosa Bruno.
Gelei na hora. Meu amigo lindo estava elogiando minha bunda! Fiquei meio sem graça mas logo emendei:
- A sua também é bem bonita.
Ele disse, tirando a calça:
- Você acha mesmo? Então vem aqui pegar.
Essa foi a minha deixa, fui lá e passei a mão pela bunda dele, pelas costas e tirei sua camiseta e sua calça. Ficamos nós dois nús na minha cama, um sonho! Então eu deitei na frente dele e fui sentindo a rola dele, de uns 17cm, roçar na minha bunda. Então ele pôs a mão entre as minhas pernas e agarrou a minha, de uns 16 cm, e falou no meu ouvido:
- Que delícia isso aqui. Você é um tesão.
Então eu virei e beijei a boca dele loucamente. Nossas rolas, agora duras, se batiam, nossos corpos entrelaçados e um beijo fantástico. Ficamos assim por uns 15 minutos, até que eu fui descendo pelo corpo dele, peito, barriga, até chegar naquele pinto lindo e o chupei como nunca havia chupado nenhum outro. Ele gemia alto, ia a loucura quando eu passava a língua pela cabecinha dele, e me olhava com uma cara de safado... Então ele me virou e começou a me chupar também. Como chupava bem! Foi o melhor 69 da minha curta vida. Ficamos assim por uns 10 minutos até que ele disse que queria me comer, eu logo aceitei, ia ter aquele sonho de garoto dentro de mim e só pra mim.
Ele me botou de quatro e lambeu meu cu. Que delícia! Meu cu piscava de tesão, queria aquela rola dentro de mim. Então ele parou e colocou seu pau na entrada e foi forçando. Ele enfiou devagar, enquanto beijava minha orelha e meu pescoço. Quando percebi nossas bolas estavam unidas. Ai ele começou um vai e vem devagar e foi aumentando a velocidade aos poucos. Foi muito bom! Me fodia agora muito forte e eu gemia, gemia como nunca! Então eu senti aquele líquido quente dentro de mim. Era tanto que parecia que ele tinha mijado. Então nos desencaixamos e nos beijamos longamente.
Como eu não tinha gozado ainda, pedi pra comê-lo. Ele ficou de frango assado e disse que queria me ver fodendo ele. Lambi bastante aquele cuzinho para lubrificá-lo, e nisso ele gemia e dizia que aquilo era a melhor coisa que ele já tinha feito. Então me posicionei e fui enfiando nele devagarzinho. Ele gemeu um pouco no começo, mas quando entrou tudo ele já estava acostumado. Então dei um grande beijo nele e comecei a estocar naquele cu apertadinho. Nunca havia comido um rabo tão gostoso. Eu gemia, ele gemia, quando estava quase gozando ele pediu pra eu gozar no peito dele. Obedeci. Logo depois ele começou a se masturbar e também gozou no peito dele. Lambi tudo aquilo e dava para ele com a língua também.

Primeira vez no cinema

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Sem nada para fazer, andava na rua da Carioca, quando resolvi entrar num cine para passar o tempo. Ao entrar vi uma morena muito gostosa fazendo um strip tease. Ela deitava em uma mesa de bruços e abria as coxas grossas, mostrando a bunda e a boceta. Aquela visão me deixou de pau duro. Fiquei agitado.
Sentei e começou a sessão. Resolvi ir ao banheiro. Ao entrar vi a porta fechada com dois caras lá dentro. Fiquei novamente de pau duro. Ao voltar e sentar para assistir ao filme, uma pessoa cochichou no meu ouvido me chamando para brincar. Balbuciei que sim e imediatamente senti algo quente roçar meus lábios. Era a cabeça de uma pica que mesmo no escuro parecia bonita, bem feita. Ele a enfiou em minha boca e comecei a chupar, lamber e mamar.
Aí um cara ao lado começou a punhetar sua pica que era menor e me segurou pela cintura e começou a descer minha calça. Eu não parava de mamar aquela pica deliciosa. Aí o cara sentado me pôs no seu colo enterrando a pica em meu cuzinho virgem.Eu já estava descontrolado e comecei a rebolar e chupar a outra pica fazendo muito barulho com a sucção.
De repente os dois caras gozaram ao mesmo tempo. Um na minha boca e o outro na minha bunda. Fiquei todo lambuzado e mal toquei uma punheta gozei demoradamente. Me vesti e saí do cinema todo lambuzado, com o cu ardendo e as pernas bambas pelo que havia feito.
Embora seja casado e goste de mulher não consigo parar de pensar no que aconteceu. Sempre penso em uma pica antes de dormir, de preferência negra.

Quase Levy um fora

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Autor: Lu Mounier.


Sinopse: Conta a historia de Fernando que é um jovem de 19 anos que nunca havia trabalhado. Com seus conflitos familiares, vai em busca de seu primeiro emprego. Com sorte ele consegue e tudo em sua vida começa a melhorar. De emprego novo e recente namoro, em uma ocasião do destino ele conhece Levy, no qual se apaixona à primeira vista.
Consciente que seria um amor impossível, pois o Levy sendo heterossexual jamais teria chance continua com seu atual namorado, no qual parecia ser o homem perfeito, até que a vida começa a lhe mostrar que seu namorado esconde muita coisa. Tornando-se refém de uma relação violenta ele pede ajuda ao seu amigo Levy que arrisca sua vida para ajudá-lo.
Violência, aventura, intrigas e amor que envolvem essa história de início ao fim.

DJ Selection - Vol.234

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Revista G Magazine Toni Sales

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Brincadeirinha entre amigos que virou tesão

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Tenho 20 anos, mas quando isso aconteceu eu tinha 18 e estava no terceiro colegial. Tenho cabelos castanhos, corpo meio malhado de academia e um pau de 19 cm.
Essa história aconteceu comigo e uma amigo de escola. Esse meu amigo é loiro, malha pra caramba e tb tinha 18 anos na época. Sempre que podíamos brincávamos de ficar passando a mão na bunda um do outro, até que um dia ele não passou a mão só na minha bunda, peguei a mão dele e fiz ele pegar no meu pau, pensei que ele não fosse deixar, mas ele deixou eu levar a mão dele até meu membro. Ele pegou rapidinho, mas como estava duro e eu estava de calça de moleton, conseguiu sentir bem o volume. No momento em que ele fez isso fiquei assustado, mas ele fez uma cara de sacana e falou que eu tinha um pau grande, falou isso dando risada, meio que na brincadeira.
Durante as últimas aulas do dia fiquei pensando muito naquilo tudo, e vi que ele não era totalmente heterossexual, e que tinha alguma chance da gente poder fazer alguma sacanagem juntos. Na última aula, a professora disse para formarmos duplas para fazer um trabalho pro próximo dia. Na hora ele me chamou para fazer dupla com ele, eu aceitei prontamente. Ele marcou de ir em casa pra gente fazer o trabalho às 3 da tarde, eu falei que tudo bem que ele poderia ir.
Deu 3 horas e a campainha tocou, eu estava sozinho como em todas as tardes, pois meus pais trabalham, e fui atender, era ele, aquele loiro maravilhoso com músculos bem firmes, vestindo uma bermuda justa e uma camiseta regata branca meio apertada com o peitoral marcado, como esses caras de musculação adoram vestir. Ele estava suado, pois havia vindo de sua casa de bicicleta, pedi para que entrasse, guardou a bicicleta no quintal e pediu um copo d'água, eu dei o copo a ele, ele tomou e deixou cair um pouco de água em seu peitoral. Acabando de tomar água ele disse se poderia tirar a camisa, pois estava molhada, eu disse que sim afinal estávamos sozinhos, ele tirou; nossa que corpo todo suado e malhado. Fiquei olhando, ele disse pra mim que tava malhando bastante e que se eu achava que o peitoral dele tava bem definido, eu disse que não muito, afinal queria fazer um charme, ele falou que não acreditava que tava falando aquilo, pegou minha mão e colocou-a no seu peito e falou: -sente ai se não ta tudo durinho. Meu pau ficou duro na hora, e eu ainda com aquela calça de moleton da manhã, ele viu o volume que se formou na calça, ao ver aquilo imediatamente ele foi com a sua mão e pegou no meu pau, e perguntou porque eu estava de pau duro, eu assustado com tudo aquilo falei que era por ter passado a mão pelo seu peito, na mesma hora ele já enfiou a mão por dentro da minha calça e da minha cueca, pegou no meu pau e começou a acariciar, meu tesão era muito grande naquela hora. Fui com o rosto na direção do peito dele e comecei a lamber seus mamilos e com as minhas mãos abri o velcro da bermuda dele abaixei-a e sua cueca junto, um pau de mais ou menos 17 cm apareceu totalmente duro, peguei e comecei a acariciar.
Fomos para o meu quarto, nos beijamos muito, ele tirou minha calça, cueca e camiseta. A vontade dele parecia ser maior que a minha, falei que queria comer ele, ele disse que queria isso mesmo, ajoelhou no chão, apoiou na cama. Eu comecei a lamber seu cuzinho e sua bunda lisa, fiz ele chupar um pouco meu pau e me apoiei por cima dele encostei a cabecinha na entradinha e comecei a forçar, estava difícil de entrar, mas acabou entrando, ele gemia muito, e gemia gostoso, pedia pra mim enfiar tudo, enfiei, peguei no pau dele e comecei a punheta-lo, ele foi ao delírio, fiquei estocando até que gozei dentro dele e ele gozou também. Saímos daquele posição e cada um caiu pra um lado.
Após alguns minutos, falei pra gente ir tomar um banho, fomos juntos, nos beijamos muito debaixo d'água, nossos paus se batiam, abaixei ali mesmo q comecei a chupar aquele mastro que era levemente torto para esquerda. Com as mãos na sua deliciosa bunda e boca em seu pênis, fiquei nesse movimento delicioso por minutos, meus dedos vasculhavam seu cuzinho gostoso. Ele gozou em minha boca, não engoli, fui e o beijei na boca, fazendo ele sentir o gosto da própria porra.
Nos enxugamos, ou melhor um enxugou ao outro, e fomos pelados para o meu quarto novamente. Deitei em minha cama, ele veio e começou a me chupar, lambia meu pau e minhas bolas, me dando muito prazer, gozei em seu rosto, gozei muito. Ele deitou ao meu lado e disse que queria fazer aquilo a muito tempo, que toda vez que passava a mão na minha bunda e eu na bunda dele ele chegava em casa e tocava uma punheta pensando em nós dois.
Nossa amizade depois daquilo ficou muito forte, afinal nos gostávamos muito como amigos e agora com o sexo entre nós, namoraríamos escondido, e que cada uma podia ficar com a garota que quisesse, para não dar na cara. Depois desse primeiro fato muitas loucuras fizemos juntos em lugares super excitantes.

EDDIE STONE E JAMES

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Shelter..em cartaz no Brasil

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Shelter..em cartaz no Brasil


O melhor filme gay de todos os tempos esta em cartaz nos cinemas brasileiros..



por Vic Matos

Isso tá me parecendo mais um filminho pornô gay”. Essa é a primeira impressão que se tem ao ver os vinte primeiros minutos de De Repente, Califórnia (Shelter, 2008). O abuso de cenas com corpos sarados em alto mar e o fato do protagonista ter rostinho de “ninfeto” ajudam bastante a se tirar essa conclusão precipitada. Mas não se engane, vem muito mais por aí. (ainda bem!)

O filme mostra a história de Zach, um adolescente pobre que ama surfar e andar de skate, mas que foi obrigado a abandonar seu sonho de ir para uma escola de artes para poder ajudar sua família: o pai, que sofre de problemas de saúde, e a irmã, Jeanne, que não dá a mínima para o filho, Cody, que considera Zach um pai.




Tudo começa a mudar após a chegada de Shaun, irmão mais velho do melhor amigo de Zach, que se interessa por seu talento artístico e começa a passar o tempo todo junto dele, surfando e relembrando os tempos de infância. Um laço muito forte é criado entre os dois. Após uma noite de risos e bebedeira, acabam se beijando. E é aí que a vida de Zach começa a mudar.

Eu amo esse filme



Beleza, até aqui o espectador pensa: "Ah, mais uma história sobre a dificuldade de se descobrir e se assumir homossexual, o amor proibido, bla bla bla". Mas não, o filme vai tomando rumos não tão óbvios, e aborda temas que vão além do preconceito. Dá bastante ênfase ao fato de se conseguir formar uma família a partir de um casal homossexual (lembre-se, estamos falando da Califórnia, onde a luta pelo casamento gay é algo constante e sempre manchete nos noticiários. Chamar atenção positivamente pra isso parece também ser uma causa do filme, apesar de não ser explícito) e que não importa o que aconteça, o importante é buscar a felicidade.

Resumindo, os pontos positivos conseguem sufocar os negativos. O filme trata a homossexualidade com bastante delicadeza, e as cenas são muito verdadeiras. Não no sentido pornográfico, mas no passional. O espectador se envolve com os personagens, e no final todos torcem por um final feliz. Outro ponto também bastante interessante do filme, apesar de ser um drama, nem tudo termina mal como a maioria dos filmes hollywoodianos sobre homossexuais. “De Repente, Califórnia” é verdadeiro, mas não deixa de sonhar.


De Repente, Califórnia (Shelter)
Diretor: Jonah Markowitz
Atores: Trevor Wright (Zach), Brad Rowe (Shaun)
Eleito pelo público o Melhor Filme Mix Brasil 2007
Estreia: 5 de junho, em São Paulo

Nona Feira Cultura LGBT homenageia Augusto Boal com Teatro do Oprimido

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A 9ª A APOGLBT (Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo) e o Grupo METAXIS, da USP (Universidade de São Paulo), apresentam o projeto “Homofobobia – Teatro do Oprimido contra a Homofobia” que visa discutir a aprovação do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/06, que criminaliza a homofobia em âmbito nacional, através da arte popular e da estética teatral desenvolvida por Augusto Boal, falecido em 02 de maio deste ano. As intervenções do grupo é uma das novidades da 9ª Feira Cultural LGBT – próxima quinta-feira, 11 de junho (feriado de Corpus Christi), das 10h às 22h, no Vale do Anhangabaú – atividade oficial do calendário do 13º Mês do Orgulho LGBT de São Paulo.



Entre 13h e 17h, o grupo apresentará quatro esquetes que problematizam as relações familiares, escolares e trabalhistas, e a luta pela igualdade dos direitos e não-discriminação das diversidades sexuais. Entre elas, “A Parada não é Carnaval” mostra como que a simples participação do público provoca inúmeros enfrentamentos políticos; e “O que você faz depois da Parada?” trata da suposta suspensão do preconceito no Dia do Orgulho, mas que vem à tona na segunda-feira seguinte. O projeto aborda ainda a “discriminação internalizada”, sofrida por travestis e transexuais no próprio meio GLS, e como cada LGBT deve se comprometer na luta pela igualdade entre todos.



Segundo Dodi Leal, coordenador do projeto, o Teatro do Oprimido tem sido usado freqüentemente como método de mobilização para as questões relacionadas à homofobia. “No Rio de Janeiro, por exemplo, além marcarem presença nas Paradas, grupos de TO conseguiram encaminhar e aprovar leis municipais”, acrescenta o arte-educador. O produtor do grupo, Cecéu Trajano, diz ainda que as indagações teatrais serão organizadas de tal forma que os transeuntes poderão entrar em cena literalmente para dar sua opinião sobre os temas.



Para Antonio Ferreira, também produtor do “Homofobobia”, o Teatro do Oprimido não é uma proposta artística convencional, mas sim uma estética cujo engajamento político é definitivo. “As cenas populares de TO levaram ao reconhecimento legal direitos de saúde, educação e cultura. Intervenções como as que faremos na Feira Cultural LGBT certamente contribuirão para a aprovação do PLC 122/06, partindo da própria população”, conclui Ferreira.



O método do Teatro do Oprimido é praticado em mais de 70 países, entre América Latina, América do Norte e da Europa, e se constitui atualmente como o maior movimento político do teatro. Foi criado pelo brasileiro Augusto Boal, primeiro brasileiro indicado ao Nobel da Paz, em 2008, e nomeado pela Unesco como o Embaixador Mundial do Teatro. Boal faleceu aos 78 anos, no último dia 02 de maio, vítima de leucemia.

Viagem inesquecivel

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Tenho 19 anos e isso que aconteceu comigo foi neste ano nas férias de julho. Moro em uma cidade do interior de Minas e estava indo pra São Paulo para visitar um primo meu. Tenho cabelos castanhos, olhos verdes e corpo meio malhado de academia.
A viagem entre a minha cidade e São Paulo iria durar umas 4 horas. O ônibus estava com a parte da frente com alguns passageiros, mas a parte do fundo não. Minha poltrona era na frente. Cheguei e me acomodei, logo depois uma senhora entrou e sentou ao meu lado. Estava com os olhos meio fechados para me preparar pra dormir, afinal era noite. O ônibus estava pronto pra sair, quando ouço uma voz bonita e grossa vindo da cabine do motorista. Quando olho, vejo um garoto de mais ou menos 18 anos passando pelo corredor, analisei bem e vi que tinha um belo corpo, era loiro, cabelos lisos, braços fortes. Ele passa por mim e dá uma leve olhada para meu rosto.
O ônibus parte e logo a senhora ao meu lado começa a roncar, (rs). Fico incomodado com isso e resolvo ir para outro lugar. Vou para a parte de trás do ônibus. Aquele garoto também estava sozinho e ouvia música com fones de ouvido. Sento de um lado do ônibus enquanto ele estava sentado do outro. Ao me encaminhar para este lugar percebo que ele não tira aqueles olhos verdes lindos de mim. Fico meio sem graça num primeiro momento, mas após me acomodar e pensar naquilo começo a sentir muito tesão.
Olho para ele e vejo que ele estava olhando para mim. Volto a olhar para a janela e fico pensando comigo mesmo que estou enganado que ele não quer nada comigo. Olho novamente para ele e vejo que ainda continua olhando pra mim e com uma carinha de safado. Meu pau fica duro na hora, acho que o dele também ficou, pois ele vai com a mão e dá uma bela pegada, que acaba deixando aquele mastro que parecia ser grande, marcado na calça. Também dou uma pegada no meu, esse acho que foi o sinal verde.
Logo o ônibus para num posto, nos levantamos e vamos em direção a saída. Como todos devem saber as pessoas se espremem para sair do ônibus. Somos os dois últimos. Ele logo atrás de mim, vem de leve e se encosta me dando uma encochada, sinto seu pau em minha bunda, arrebito a bunda e ele se encosta um pouco mais.
Saímos do ônibus e começamos a conversar, depois de irmos ao banheiro tomamos um lanche, ele vai até uma farmácia que tinha no posto e compra alguma coisa e voltamos para o ônibus. Descubro que ele era da mesma cidade e que também estava indo visitar um primo em São Paulo, da mesma idade que eu.
O ônibus começa a seguir seu caminho novamente, só que desta vez ele senta ao meu lado, estávamos na parte do fundo, que continua vazia. As luzes se apagam e continuamos conversando, um certo nervosismo ainda está em mim e sinto isso nele também, mas a vontade era grande. Aos poucos vamos nos soltando mais, falando de sexo o tesão fica meio incontrolável. Pergunto a ele o que tinha comprado na farmácia, ele diz que foi comprar camisinhas, a partir disso já não respondo mais pelos meus atos. Eu, um cara super vergonhoso pronto para realizar uma vontade tão perigosa.
No encosto de braço entre as nossas poltronas, nossos braços se rossavam, pego na mão dele e levo-a para meu pau, ele sem resistir, pega por cima da roupa e acaba abrindo o ziper da minha calça, baixando minha cueca deixando meu pau de 19 cm liberado para fazer o que quisesse. Ele começa a pegar e levemente punhetar, também libera seu pau para eu fazer o que quisesse, começo a punheta-lo também. O pau dele tinha uns 20 cm e de uma grossura gostosa, um pau lindo.
Ele abaixa e começa a me chupar, que chupada maravilhosa foi aquela, lambia deste as bolas até a cabeça, me chupou durante uns bons minutos, até que gozei em sua boca, e ele veio e me beijo me fazendo sentir o gosto de meu próprio líquido.
O ônibus continua em seu trajeto, todos os passageiros durmindo, acho que até o próprio motorista (rs).
Ele me pede para me comer eu fico com medo, e acabo dizendo não, mas abaixo e começo a chupar aquele pau maravilhoso que quase não cabia em minha boca, ele põe as mãos na minha cabeça e me ajuda na movimentação e fudeção da minha boca. Ele me avisa que iria gozar, mas eu não tiro a boca de seu pau, e deixou todo aquele líquido quente tomar conta. Do mesmo jeito que ele, vou e beijo aquela boca carnuda e olho bem naqueles olhos lindos, e o faço sentir o seu próprio sabor.
Nos beijamos um pouco mais e cada um fica na sua até quase o final da viagem, dormindo e sonhando com tudo o que ocorreu. Quase chegando em Sampa acordo, ele ainda dormia, fico admirando toda aquela beleza, ele acorda e começamos a conversar. Trocamos telefones e ele me diz que seu primo que está indo visitar também gosta do que fizemos e eu dando um pouco de risada também digo que meu primo também gostava. Marcamos de nos encontrar em algum lugar para fazermos algo entre nós quatro.
Eu digo a ele que para encerrar a viagem com chave de ouro estava com vontade de fazer só mais uma coisinha leve. Ele adora a idéia. Abaixamos nossas calças e cuecas e começamos a nos beijar, enquanto isso nossas mãos, a minha no pau dele e a dele no meu, batem uma punhetinha muito gostosa. Com certeza essa foi a melhor viagem que fiz.

O Preço De Ser Diferente

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Título: Livro - O Preço De Ser Diferente
Autor: Mônica de Castro
Editora: Vida E Consciencia
Assunto: Religião
Idioma: Português
Número de Páginas: 368

Quando a sociedade estabeleceu um modelo de normalidade, criou uma guerra antropológica com a natureza humana. A diversidade natural é real e em torno dela age a funcionalidade da ecologia, que trabalha em favor do progresso de todos. Cada um de nós é único, com um temperamento original relativo às necessidades essenciais do progresso pessoal e coletivo.

Download: O Preço De Ser Diferente

Garotos que adoram sexo

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By: Rico
Preparem-se para se deliciar com este conto super excitante, Tenho 30 anos 1,85m 80 Kg Peito peludo e tarado por garotos. Minha preferencia são aqueles sem pelos no corpo bundinha bem redondinha e que adorem mamar um cacete de 20 cm e grosso. Vamos ao que interressa estava certo dia andando na areia da praia as 17 horas com o por do sol e ja ficando escuro quando avisto um gato 17 anos branquinho loiro olhos castanhos claros 1,80m e uma bundinha que deixa qualquer gata com inveja então resolvir parar e sentar quando ele passou ficou me olhando e claro que eu retribui o olhar então ele andou um pouco mais e voltou e sentou proximo onde eu estava sentado e começou a puchar conversa eu fiquei logo excitado e ele notou então ele foi direto ao assunto perguntou se eu não queria fazer uma brincadeirinha aceitei na hora ele sentou do meu lado e sem serimonia foi logo pegando no meu pau que ja estava saindo do short, ai ele colocou para fora ja que o local que estava-mos era pouco movimentado e ja estava escuro e começou a mamar feito um bezerrinho ele me fazia gemer de tanto prazer deposi de quase 20 minutos eu perguntei se ele ja tinha dado aquela bundinha gostosa ele falou que não que estava com i cuzinho piscando doido para provar um cassete então sem forçar nada perguntei se ele estava a fim de provar o meu ele balançou a cabeça e deu um sorriso de menino pidão ele foi logo tirando do bolso uma camisinha e como eu ja fui para praia com segundas intensões tirei um tubo de KY e depois que ele colocou a camisinha eu passei um pouco de KY e no cuzinho dele que piscava e ele ficou de quatro na areia da praia e comecei a colocar era muito apertado o cuzinho dele deu um trabalho daqueles para passar a cabeça e quando passou ele sentiu muita dor e pediu para eu ficar parado passei alguns minutos parados depois ele mesmo começou a empurrar a bundinha para trás e quando vimos ja tinha enterrado toda naquele cuzinho ex virgem ele ficou uns minutos parados e depois começou a rebolar eu comecei a meter cada vez mais rapido ele gemia feito uma putinha no ciu depois de quase 40 minutos enchi a camisinha e ele gozou sem nem pegar no pau piscando ainda mais seu cuzinho que depois deste dia ficou viciado em meu cassete ele também trouse dois amigos dele da mesma idade para perder o cabacinho comigo e sempre nos encontramos na praia para fazer nossa brincadeirinha caso você queira participar e levar um pau de 20 cm perder o cabacinho e se enquadre entre 15 e 18 anos mande um email que vou realizar seu sonho e fazer você cavalgar num pau que você jamais ira se esquecer.

Editoras descobrem mundo gay

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João Nunes,
da Agência Anhangüera

O mercado editorial também descobriu que o mundo gay é um filão. Prova recente são três livros que têm a homossexualidade como tema. Um deles é o resgate de história recente do bem-humorado Frescos Trópicos — Fontes sobre a Homossexualidade Masculina no Brasil (1870-1980), de James N. Green e Ronald Polito (José Olympio, R$ 27,00).

O título remete ao célebre Tristes Trópicos, de Claude-Levy Strauss, e garimpa textos escritos a partir do final do século 19 e até anos 80 do século 20. Na primeira parte, o tema é tratado por terceiros, gente que apenas “observa” o comportamento gay e dele tira as conclusões mais estapafúrdias.

Por exemplo, um sujeito “descobre” que gays também assobiam — referência ao fato de que, sendo tão femininos, não fariam algo tido como masculino. Ou que são figuras frágeis, com vozes finas e roupas exóticas. Em geral, são apontados como criminosos ou doentes: caso de polícia ou internação. Se soubessem que pessoas “normais” também são gays, ficariam perplexos.

Na segunda parte, lê-se textos de gays sobre gays. Então, temos escritos hilariantes, como a espécie de crônica, sem qualquer valor literário, assinador por rapaz atraído pelo tio. Ou da experiência de “caça” em campos de futebol. São para rir. Mas há relatos trágicos de internação feita pela família de rapaz com tendências homossexuais, que aparecem na terceira parte. Na última, vê-se o surgimento dos movimentos gays, nos anos 60, e que ajuda a entender um pouco o significado da presença dos homossexuais no mundo de hoje.

O Armário — Vida e Pensamento do Desejo Proibido, de Fabrício Viana (Edição independente, R$ 32,00) é relato de um “engajado”. Ele fala sobre a “entrada” e a “saída do armário”, e abrange família, história, conflito, neuroses, psicologia, ciência, religião, machismo, homofobia e outros temas ligados ao assunto. Fabrício, que é psicólogo, escreve artigos para diversos portais e veículos especializados no público gay, além de atuar em Ongs ligadas ao movimento gay.

Em Abrindo o Armário — Encontrando uma Nova Maneira de Amar e Ser Feliz, de Júlio Wiziack (Jaboticaba, R$ 29,00), o jornalista barretense Júlio Wiziack, escreve sobre como “se libertou” do tal armário — expressão usada para o gay que se assume. “É sensação maravilhosa libertar-se dos medos e angústias, sair da escuridão, ser o que se é.” Júlio conta que a homossexualidade nunca foi problema; a homofobia sim.

+ VENDIDOS - Mais vendidos da semana

FICÇÃO

1) O Caçador de Pipas (Khaled Hosseini, Nova Fronteira)
2) Marchenmond – A Terra das Flores Sombrias (Wolfgang e Heike Hohbein, Ediouro)
3) Labirinto (Kate Mosse, Objetiva)
4) Mentiras no Divã (Irvin D Yalom,Ediouro)
5) Quando Nietzsche Chorou, Irvin D Yalom, Ediouro)
6) A Sereia e o Monge (Sue Monk Kidd, Ediouro)
7) Fortaleza Digital (Dan Brown, Editora Sextante)
8) O Código Da Vinci, Dan Brown, Editora Sextante)
9) Ponto de Impacto (Dan Brown,Editora Sextante)
10) As Intermitências da Morte (José Saramago, Cia das Letras)

AUTO-AJUDA

1) Como se Tornar um Líder Servidor (James C Hunter, Editora Sextante)
2) O Monge e o Executivo – Uma História sobre a Essência da Liderança (James C Hunter, Editora Sextante)
3) 1000 Lugares para Conhecer Antes de Morrer (Patrícia Schultz, Editora Sextante)
4) Almanaque Light (Lucília Diniz, ARX)
5) Mentes Inquietas Entendendo Melhor o Mundo das Pessoas Impulsivas e Interativas (Ana Beatriz B Silva, Gente)
6) O Pequeno Príncipe - 48 Ed. (Antoine Saint-Exupéry, Agir)
7) A Dieta do Tipo Sanguíneo (Peter J. D’Adamo, Campus)
8) Criando Meninos (Steve Biddulph, Fundamento)
9) Dieta Nota 10 -Comer e Emagrecer é Mais Simples do que Se Imagina (Dr. Guilherme de Azevedo, BCD)
10) O Ano do Pensamento Mágico (Joan Didion, Nova Fronteira)

NÃO-FICÇÃO

1) Como se Tornar um Líder Servidor (James C Hunter, Editora Sextante)
2) O Monge e o Executivo – Uma História sobre a Essência da Liderança (James C Hunter, Editora Sextante)
3) A Arte da Política – A História que Vivi (Fernando Henrique Cardoso, Civilização Brasileira)
4) O Doce Veneno do Escorpião – Diário de Uma Garota de Programa (Bruna Surfistinha, Pana Books)
5) Almanaque (Ruth Rocha, Ática)
6) O Professor Refém – Para Pais e Professores Entenderem Por Que Fracassa a Educação no Brasil (Tânia Zagury, Editora Record)
7) Como Entender o inglês Falado (Davies Benedict, Editora Campus)
8) Mulheres Boazinhas não Enriquecem (Lois P Frankel, Gente)
9) O Queijo e os Vermes (Carlo Ginzburg, Cia das Letras)
10) Europa – Guia Visual

+ LANÇAMENTOS

Místicos e Mestres Zen - Thomas Merton, Martins Fontes 334 págs, R$ 44,50
A partir do Concílio Vaticano 2º, os contemplativos católicos deveriam dispor-se a apreciar a riqueza da experiência acumulada nas tradições místicas orientais. É nesse espírito que foram escritos os ensaios deste livro. Além de procurar examinar fria e objetivamente as tradições, o autor tenta, de certo modo, partilhar valores e a experiência que elas incorporaram. Entretanto, alguns aspectos da própria tradição cristã não foram deixados de lado.

Arrebatado pelo Mar - Nora Roberts, Bertrand Brasil 379 págs., R$ 43,00
Primeiro volume da Trilogia da Gratidão, que dá início à história de três homens unidos pelo amor dos pais adotivos. Quando ficam adultos e independentes, os irmãos Quinn devem retornar à casa da família, na costa de Maryland (Estados Unidos), para honrar o último desejo do pai. Cameron Quinn conquistou vida luxuosa ao se firmar como um dos maiores pilotos de barcos do mundo.

Presque rien

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Legendado!

Mathieu tem 18 anos e está passando suas férias de verão com sua mãe e a irmã. Na praia conhece Cédric, outro jovem da sua idade e tornam-se amigos. Pouco a pouco, a atração vai crescendo ao ponto entre ambos até que estabelecem uma relação mais intima. Aquilo que deveria ter sido apenas umas férias de verão transforma-se num profundo amor.

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O olhar da beleza

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Save me

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Save me Ano: 2007 Audio: Inglês Legenda: Português Duração: 96 min Após uma tarde de sexo gay, Mark tem uma overdose e é internado pela família numa instituição cristã que promete em 12 passos, transformar o jovem gay em hétero. Mas acaba por se apaixonar por um dos internos *Com o ator que fez BEN em Queer As Folk


Séries gay made in Brazil

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(Rio de Janeiro, BR Press) - Dois seriados são anunciados como os primeiros com temática gay produzidos no Brasil. A ideia em comum também tem um cenário comum: a cidade do Rio de Janeiro.

O primeiro deles a ser anunciado foi Farme 40º, do diretor e roteirista Caesar Moura, que ainda produz a série com ator Gerônimo Granja. O segundo seriado é CaRIOcas, do diretor André Mello, que teve o trailer divulgado na semana passada.

A divulgação causou certa confusão aos que já tinham ouvido falar em Farme 40º, mas seu mentor esclareceu a dúvida. "Não temos qualquer ligação com a produção do outro seriado [CaRIOcas]. Acreditamos que temos filosofias e pontos de vistas distintos sobre a temática o que torna tudo mais rico. Não trata-se de uma corrida. Para nossa equipe, realizar o primeiro seriado gay do país não é um título de nobreza, é responsabilidade e cidadania", comenta Caesar Moura.

Segundo ele, quanto mais seriados com temática gay aparecerem, melhor para o Brasil. Caesar Moura comenta também que depois da repercussão do seriado, sua equipe adiou a estreia para aprimorar o projeto.

Tramas cariocas

Segundo o diretor de CaRIOas André Mello, que mora nos Estados Unidos, o seriado será um "dramedy", ou seja, um mix de drama e comédia do inglês. Ele diz que não quer criar estereótipos como os canais abertos de TV.

A trama terá vários personagens, como um gay expulso de casa após os pais descobrirem sua sexualidade, um jogador de vôlei que não se assume por causa do patrocinador e um homem casado, que leva uma vida gay paralela (Sérgio Menezes, que participou da novela Celebridade, da Globo, e Amor e Intrigas, da Record).

Ipanema

A história de Farme 40º faz referência à Rua Farme de Amoedo e do Posto 9 da praia de Ipanema, point gay desde a década de 60. Gira em torno de quatro amigos gays, que moram em Ipanema , entre o prédio comercial no qual trabalham e a faixa de areia mais gay do Rio de Janeiro.

O seriado também terá o mix de comédia e drama em tipos gays que vão desde a pintosa, o romântico, o conservador, o manipulador, entre outros tipos. As duas produções estão em contato com os canais por assinatura Multishow e GNT, para que seus trabalhos sejam vistos pelo público brasileiro.

Já era sem tempo de alguem investir nesse filão que tem tudo para ser torna um grande sucesso no Brasil..Só espero que seja um produto que aborda diversos temas do universo gay de forma respeitosa e realista.

Tan lines (Marcas de sunga)

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Tan Lines (Marcas de Sunga) Midget Hollows é surfista, baladeiro de primeira e mora com a mãe, com quem divide inclusive a cama. Entediado com a vida que leva e com a falta de opções em sua cidade, passa os dias surfando, andando de skate, fumando maconha e bebendo com os amigos. Tudo muda na vida do adolescente com a chegada de Cass, irmão de seu melhor amigo, que volta à cidade natal. Cass é gay assumido e não demora a despertar desejos em Midget, que teme a reação dos amigos.

Apesar disso, os dois começam um tórrido caso de amor que promete marcar para sempre a vida dos jovens. Com uma edição dinâmica, excelente trilha sonora e lindíssima fotografia, o filme faz um retrato da juventude atual sem julgamentos.

Download: Tan lines (Marcas de sunga)

Imagens provocantes

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